Estrofe nº 01 de Silvano Lyra
Aqui temos seis pilares,
Onde a fé tem primazia,
Com amor em toda via,
Reinará a paz nos lares,
Perdão abre os altares,
Quando reina a gratidão,
Traz esperança ao chão,
E salvação com penhor,
Perdão fé paz e amor,
Esperança e salvação.
Silvano Lyra
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Cachaça no organismo
Quem quer só andar pra frente,
Não destrói seu próprio corpo,
Terá como anticorpo,
Tal o sol pra o poente,
Será como insolente,
Quando na bagagem traz,
Tudo o que não se refaz,
Pra virar um fatalismo,
Cachaça no organismo
Só nos leva para trás.
O Poetizante
Não destrói seu próprio corpo,
Terá como anticorpo,
Tal o sol pra o poente,
Será como insolente,
Quando na bagagem traz,
Tudo o que não se refaz,
Pra virar um fatalismo,
Cachaça no organismo
Só nos leva para trás.
O Poetizante
Homenagem a Cruz Alta - RS em 27 junho 2014
Mote de setissílabo ou pajada de pé forçado.
Homenagem a Cruz Alta-RS
Mote: " Não posso ficar calado Cruz Alta é muito bela"
Onze de março a data,
Ano mil e oitocentos,
E trinta e três tentos,
Digo sem mostrar errata,
Antes tinha só a mata,
Cruz de madeira na tela,
Muito grande era ela,
Pica-paus tem aninhado
Não posso ficar calado,
Cruz Alta é muito bela.
Cuia tem por monumento,
Museu Érico Veríssimo,
Município lindíssimo,
Serrana por fundamento
Do império o surgimento,
Milho e Trigo têm nela,
Tem dois museus dentro dela,
Com tropeiros no passado,
Não posso ficar calado,
Cruz Alta é muito bela.
O Poetizante

Homenagem a Cruz Alta-RS
Mote: " Não posso ficar calado Cruz Alta é muito bela"
Onze de março a data,
Ano mil e oitocentos,
E trinta e três tentos,
Digo sem mostrar errata,
Antes tinha só a mata,
Cruz de madeira na tela,
Muito grande era ela,
Pica-paus tem aninhado
Não posso ficar calado,
Cruz Alta é muito bela.
Cuia tem por monumento,
Museu Érico Veríssimo,
Município lindíssimo,
Serrana por fundamento
Do império o surgimento,
Milho e Trigo têm nela,
Tem dois museus dentro dela,
Com tropeiros no passado,
Não posso ficar calado,
Cruz Alta é muito bela.
O Poetizante

Pajada de pé forçado ou Mote em Setissílabo
Eu sou um guapo em Jesus,
Com ele vivo faceiro,
Até um baita herdeiro,
Não sou um maula sem luz,
Pois a Peleia da cuz,
Não foi pala e sim ação,
Nem charla a expiação,
Mas femuda qualquer incréu.
Minha querência é o céu,
E meu premio a salvação.
Trova sobre a Copa do mundo 2014
Na Copa aqui do Brasil
Trinta e duas começaram,
Com dezesseis na oitava,
As Dezesseis já sobraram,
Espanha e Inglaterra,
Junto a Itália voltaram,
Brasil e França na sina,
Uruguai e Argentina,
Com Alemanha passaram.
Acho-me vitorioso,
Ante a dificuldade,
Vamos bater a Colômbia,
Para galgar majestade,
se redimiu Júlio Cézar,
Com superioridade,
Nessa jaula só tenho fera,
Fortaleza nos espera,
Pra vencermos de verdade.
Neimar é o melhor do mundo,
Já Messi vem logo atrás,
Cristiano foi embora,
Suárez Perdeu o cartaz,
Balotelli voltou cedo,
James Rodrigues é demais,
Robin e Shineijder distam
Miller e Benzema ficam,
Mas Júlio Cézar é primais.
O Poetizante
Trovas no estilo Gildo de Freitas
Onde tem fumaça há fogo,
Pra brincadeira tem hora,
Amor com amor se paga,
Sofre o que come fora,
A união faz a força,
Quem é pedinte explora,
Nunca é tarde aprender,
Já dor ensina a gemer,
E ladrão leva na tora,
Como um simples aprendiz,
Deixo o mundo perplexo,
Métrica rima e oração,
Sei que isso é complexo,
Mas no palco da ideia,
Eu faço trova com nexo,
Porém se achar defeito,
Apresente novo jeito,
Pra aumentar meu reflexo.
Para que serve a lima,
Para desgastar a peça,
Para que serve o fruto,
Para se chupar a beça,
Para que ir ao peru,
Para o que for sem pressa,
Para que veio Cleomar,
Para aqui me provocar,
Para todo que começa.
Tua rima não me aguenta,
Na trova tens malassombros,
Não posso duplar contigo,
Teu jugo pesa nos ombros,
Daí tu cansa e tomba,
Digo nos meus desassombros,
Eu sou uma carga pesada,
No verso não temo a nada,
Nem a sustos e assombros.
Bem pior que a urtiga,
Mandacaru ou cardeiro,
Também leite de aveloz,
Ou picada de barbeiro,
Picada de escorpião,
E vender a caloteiro,
Mesmo assim é meu chicote,
Quando bato num pixote,
Pode chamar o coveiro.
O Poetizante
Pra brincadeira tem hora,
Amor com amor se paga,
Sofre o que come fora,
A união faz a força,
Quem é pedinte explora,
Nunca é tarde aprender,
Já dor ensina a gemer,
E ladrão leva na tora,
Como um simples aprendiz,
Deixo o mundo perplexo,
Métrica rima e oração,
Sei que isso é complexo,
Mas no palco da ideia,
Eu faço trova com nexo,
Porém se achar defeito,
Apresente novo jeito,
Pra aumentar meu reflexo.
Para que serve a lima,
Para desgastar a peça,
Para que serve o fruto,
Para se chupar a beça,
Para que ir ao peru,
Para o que for sem pressa,
Para que veio Cleomar,
Para aqui me provocar,
Para todo que começa.
Tua rima não me aguenta,
Na trova tens malassombros,
Não posso duplar contigo,
Teu jugo pesa nos ombros,
Daí tu cansa e tomba,
Digo nos meus desassombros,
Eu sou uma carga pesada,
No verso não temo a nada,
Nem a sustos e assombros.
Bem pior que a urtiga,
Mandacaru ou cardeiro,
Também leite de aveloz,
Ou picada de barbeiro,
Picada de escorpião,
E vender a caloteiro,
Mesmo assim é meu chicote,
Quando bato num pixote,
Pode chamar o coveiro.
O Poetizante
Trovas no estilo Gildo de Freitas
Na criação do grupo Trovas no estilo Gildo de freitas eu disse:
Trovas n o Estilo Gildo de Freitas
Foi criado esse grupo,
Porque vi muita importância,
Onde o sul e nordeste,
Encurtam toda distância,
Aqui todos têm direito,
De mostrar exuberância,
Jogue fora a timidez,
Que o nordeste hoje deu vez,
Pra que haja consonância.
Silvano Lyra
Trovas n o Estilo Gildo de Freitas
Foi criado esse grupo,
Porque vi muita importância,
Onde o sul e nordeste,
Encurtam toda distância,
Aqui todos têm direito,
De mostrar exuberância,
Jogue fora a timidez,
Que o nordeste hoje deu vez,
Pra que haja consonância.
Silvano Lyra
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