http://russasonline.blogspot.com.br/2009/07/beija-flor-e-vem-vem.html
DOMINGO, 19 DE JULHO DE 2009
Beija-Flor e Vem-Vem
A dupla de emboladores, Beija-Flor e Vem-Vem, é natural da cidade de Russas, estado do Ceará e tem 20 anos de dedicação à poesia e ao Repente. Já se apresentou no Festival Nacional de Cantadores e Poetas Cordelistas em 1992, na casa do Cantador em Ceilândia-Brasília – DF, onde voltou a se apresentar no 3º festival Regional de Repentistas de Brasília em abril de 1997. Foi destacada como a melhor dupla de emboladores cearenses na TV Educativa do Ceará no programa “Ceará Caboclo”, em janeiro de 1993. a dupla participou das bodas de ouro da Associação dos cantadores do Nordeste em janeiro de 2001, em Carlito Pamplona-Forataleza-CE, como também do 2º Desafio Nordestino de Cantadores em Pernambuco das cidades de Araripina e Salgueiro em maio de 2002. foi uma das atrações do 1º Festival Internacional de Trovadores e Repentistas no Sertão Central Quixadá-Quixeramobim, em outubro de 2004. Estes emboladores representaram o Ceará em junho de 2006, no evento “salão de turismo roteiros do Brasil”, que envolveu todos os estados da federação na vila Guilherme em São Paulo. Além de diversas apresentações como no SESC Pinheiros, SESC Itaquera, Palanque Nordeste, Palanque Central e Hotel Othon Cacique. Em 2008 foi a vez de Santa Cruz- PB ouvir a arte dos russanos, a ação foi o Centro cultural Banco do Nordeste.
O Dom de Cantar
Só Deus tem, só Deus dá e deu a nós
Esse dom precioso de cantar
E mostrar da cultura popular
A toada o talento e sua voz
É que nosso repente é mais veloz
Do que certos balanços rotineiros
Embalamos nos ritmos dos pandeiros
A riqueza dos versos que criamos
E com o dom de cantar nós encantamos
Multidões de ouvintes brasileiros.
Fale pessoalmente com o Artista:
Poeta Beija-flor
São João de Deus, Russas, CE, Brasil.
88-3409 2000/99649590
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
domingo, 25 de novembro de 2012
Glosando o Mote de Elder Freitas
Glosando o Mote de Elder Freitas.
Quem vive mergulhado em ilusão,
Por vezes se alimentam do engano,
A bondade sempre embaixo do pano
Da alma nunca surge provisão,
Isso mostra a grande desilusão,
Pra falsidade ser irmã da hipocrisia,
E prima próxima da anestesia,
Agora eu digo a esses traiçoeiros,
“Sentimentos sutís e verdadeiros
Se revelam nos braços da poesia.”
Poetizante BR
Quem vive mergulhado em ilusão,
Por vezes se alimentam do engano,
A bondade sempre embaixo do pano
Da alma nunca surge provisão,
Isso mostra a grande desilusão,
Pra falsidade ser irmã da hipocrisia,
E prima próxima da anestesia,
Agora eu digo a esses traiçoeiros,
“Sentimentos sutís e verdadeiros
Se revelam nos braços da poesia.”
Poetizante BR
sábado, 24 de novembro de 2012
Cuidado com fingimentos
Sei que nosso coração,
Comanda os sentimentos,
Enquanto que o intelecto,
É Lugar de entendimentos,
Dizem que as emoções,
Tem Guardado fingimentos.
Poetizante BR
Comanda os sentimentos,
Enquanto que o intelecto,
É Lugar de entendimentos,
Dizem que as emoções,
Tem Guardado fingimentos.
Poetizante BR
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
O verbo Trazer com Heleno Alexandre e Silvano Lyra
O VERBO TRAZER: Heleno Alexandre & Silvano Lyra:
Heleno
A farmácia traz remédio
O posto traz gasolina
A floresta traz frescor
A fruta traz vitamina
E eu trago o melhor de mim
Na cultura nordestina
Silvano
Limpeza traz lavatina,
O remédio traz a bula,
O curral traz o gado,
O burro traz a mula,
E eu trago ali na mesa,
Um pouquinho dessa gula
Heleno
O casal traz o caçula
Quando não quer mais filho
A noite traz o escuro
Amanhecer traz o brilho
E eu trago suavidade
Nos poemas que dedilho
Silvano
A espiga traz o milho,
O milho traz o pilão,
Os grãos trazem xerém,
O xerém traz comilão,
Já eu trago o barrote,
Pra pegar esse vilão.
Heleno
A carroça traz ração
O leite traz a coalhada
O temporal traz enchente
O camponês a enxada
E trago a mente poética
Por Jesus iluminada
Silvano
O cabo traz a enxada,
A enxada traz o mato,
O mato traz a terra,
O gato traz o rato,
Se deixar trago a isca,
Pra colocá-la no prato
Heleno
A Câmera traz o retrato
A caneta traz a tinta
A perna traz caneleira
A barriga traz a sinta
E cantando eu trago a certeza
Que ninguém ache que eu minta
Silvano
A bola traz a finta,
O campo traz a bola,
A bola traz jogador,
O jogador traz cartola,
Nisso eu trago o juízo,
E no verso eu meto mola
Heleno
Poeta traz a viola
viola traz melodia
O medo traz desistência
Coragem traz valentia
Eu trago Silvano Lyra
Pra o mundo da cantoria
Silvano
Canto traz alegoria
Alegoria traz assunto
Assunto traz poema
Poema traz transunto
Já eu trago Cordel
Pra ensinar o bestunto
Heleno
A morte traz o defunto
A vida traz esperança
A dívida traz o acerto
A rixa das a vingança
e fazendo repente eu trago
um espírito de liderança
Silvano
Cristo traz mudança
A Mudança traz vigor
O vigor traz A fé
A fé traz o fulgor
Com luta trago virtude
Pra tirar todo amargor
Heleno
Traz o neném ao se expor
A definição do sexo
Área traz acento agudo
Comitê traz circunflexo
E eu trago arquivo de rima
Sem precisar de anexo
Silvano
O Espelho traz reflexo
O reflexo traz miragem
Miragem traz caveira
Caveira traz visagem
Só eu trago o medo
Pra conter a coragem
Heleno
A TV traz a imagem
O desgosto traz o pranto
O sol quente traz o bronze
O riso traz o encanto
E no verso eu trago a certeza
Naquilo que eu me garanto
Silvano
O perdão traz o quebranto
O quebranto traz carinho
O carinho traz gravidez
Gravidez traz bebezinho
E eu trago a oração
Pra abençoar esse ninho
Heleno
A farmácia traz remédio
O posto traz gasolina
A floresta traz frescor
A fruta traz vitamina
E eu trago o melhor de mim
Na cultura nordestina
Silvano
Limpeza traz lavatina,
O remédio traz a bula,
O curral traz o gado,
O burro traz a mula,
E eu trago ali na mesa,
Um pouquinho dessa gula
Heleno
O casal traz o caçula
Quando não quer mais filho
A noite traz o escuro
Amanhecer traz o brilho
E eu trago suavidade
Nos poemas que dedilho
Silvano
A espiga traz o milho,
O milho traz o pilão,
Os grãos trazem xerém,
O xerém traz comilão,
Já eu trago o barrote,
Pra pegar esse vilão.
Heleno
A carroça traz ração
O leite traz a coalhada
O temporal traz enchente
O camponês a enxada
E trago a mente poética
Por Jesus iluminada
Silvano
O cabo traz a enxada,
A enxada traz o mato,
O mato traz a terra,
O gato traz o rato,
Se deixar trago a isca,
Pra colocá-la no prato
Heleno
A Câmera traz o retrato
A caneta traz a tinta
A perna traz caneleira
A barriga traz a sinta
E cantando eu trago a certeza
Que ninguém ache que eu minta
Silvano
A bola traz a finta,
O campo traz a bola,
A bola traz jogador,
O jogador traz cartola,
Nisso eu trago o juízo,
E no verso eu meto mola
Heleno
Poeta traz a viola
viola traz melodia
O medo traz desistência
Coragem traz valentia
Eu trago Silvano Lyra
Pra o mundo da cantoria
Silvano
Canto traz alegoria
Alegoria traz assunto
Assunto traz poema
Poema traz transunto
Já eu trago Cordel
Pra ensinar o bestunto
Heleno
A morte traz o defunto
A vida traz esperança
A dívida traz o acerto
A rixa das a vingança
e fazendo repente eu trago
um espírito de liderança
Silvano
Cristo traz mudança
A Mudança traz vigor
O vigor traz A fé
A fé traz o fulgor
Com luta trago virtude
Pra tirar todo amargor
Heleno
Traz o neném ao se expor
A definição do sexo
Área traz acento agudo
Comitê traz circunflexo
E eu trago arquivo de rima
Sem precisar de anexo
Silvano
O Espelho traz reflexo
O reflexo traz miragem
Miragem traz caveira
Caveira traz visagem
Só eu trago o medo
Pra conter a coragem
Heleno
A TV traz a imagem
O desgosto traz o pranto
O sol quente traz o bronze
O riso traz o encanto
E no verso eu trago a certeza
Naquilo que eu me garanto
Silvano
O perdão traz o quebranto
O quebranto traz carinho
O carinho traz gravidez
Gravidez traz bebezinho
E eu trago a oração
Pra abençoar esse ninho
No batente de pau no casarão
Na internet não me conectei,
Fiquei triste por não poder usa-la
Sentei-me no sofá da minha sala,
Pensativo nessa hora me encontrei
Já do mundo virtual me deletei,
Fui a chácara com muita emoção
E de joelhos eu fiz uma oração,
Sentei com a minha amada crente,
Pra poder renovar a minha mente,
No batente de pau no casarão.
Poetizante BR
Fiquei triste por não poder usa-la
Sentei-me no sofá da minha sala,
Pensativo nessa hora me encontrei
Já do mundo virtual me deletei,
Fui a chácara com muita emoção
E de joelhos eu fiz uma oração,
Sentei com a minha amada crente,
Pra poder renovar a minha mente,
No batente de pau no casarão.
Poetizante BR
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
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