quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Mote: Jesus como o salvador...

Nesse tenebroso mundo,
Tem o diabo agindo,
Também tem Deus dirigindo,
Pra anular o imundo,
Quem for salvo vai a fundo,
Com Jesus na direção,
Tendo a grande salvação,
Por Cristo o mediador,
Jesus como o salvador,
Lava alma e coração.

O Poetizante

Mote: Eu estava perdido pelo mundo...

Um bom pai que não desampara os seus
E comigo não teve diferença,
Derrepente curou minha doença
E tirou-me com luz daqueles breus,
Quando,aos prantos,pedi ajuda à Deus,
Foi depressa que Deus me auxiliou,
Estendeu sua mão e me puxou
Me tirando daquele lodo imundo...
Eu estava perdido pelo mundo
Mas a graça de Deus me alcançou.

Glosa: Bandeira Junior.
Mote de Silvano Lyra


Mentiroso, arrogante, presepeiro,
Aprontava, eu fazia confusão
Mas pra ser respeitado cidadão,
Fiz também boas obras, fui matreiro:
Eu tentei comprar Deus dando dinheiro
Como todo o que a graça não tocou.
Mas essa tentativa não colou,
Deus não quer esmola de um sujo imundo
Eu estava perdido pelo mundo
Mas a graça de Deus me alcançou

Glosa Márcio Santana Sobrinho
Mote: Silvano Lyra

...ninguém para pra escutar

Mote: O que eu tenho pra dizer ninguém para para escutar.

O mundo tem colocado,
Deus sempre em segundo plano,
Isso gera muito dano,
Como um embriagado,
Se Para trás tens andado,
Num cair e levantar,
Onde o verbo adiar,
Faz a alma escurecer,
O que eu tenho pra dizer,
Ninguém para pra escutar.

Como cego na esquina
Implorando um ouvinte
Visto só como pedinte
No implorar de sua sina
Sua alma é inquilina
Tendo os nós a desatar
E para a ânsia aplacar
Sempre vive a bendizer
O que eu tenho pra dizer
Ninguém para pra escutar.

O Poetizante
Poeta: Silvano Lyra

O que não foi perguntado já pôde ser respondido

Mote de: O Poetizante
O que não foi perguntado Já pôde ser respondido.

Jesus Cristo quer salvar,
E libertar do pecado,
A graça tem dispensado,
Para um novo limiar,
Comece logo a clamar,
Para ser bem sucedido,
Não serás mais um perdido,
Nem também um desgarrado,
O que não foi perguntado,
Já pôde ser respondido.

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Homenagem a Olinda minha cidade



E sem causar espantos,
Algo muito inesperado,
Nos fundos do meu quartel,
No mar fui desenganado,
Eu estava me afogando,
Por outros eu fui tirado.

A Deus muito obrigado,
Milagres, aquela praia,
O Bairro é os milagres,
Que outro ali não caia,
E apesar do afogamento,
Pra Olinda não dou vaia.

Eu já fiquei de tocaia,
Numa falha pescaria,
Sem peixes nesse intento,
Eu Subi na escadaria,
E propus em minha mente,
Que eu na orla moraria.

Na mente há calmaria,
Não moro em bairro nobre,
Sou morador de Peixinhos,
Onde comecei bem pobre,
Podia está em palacete,
Mas a fé tudo isso cobre.

Eu digo que se desdobre,
Naquilo que foi proposto,
Morando ainda na periferia,
Não alimente o desgosto,
Faça uma orla em sua mente,
Ame a vida e ponha gosto.

Pra brilhar alma e rosto,
Ladeira dos quatro cantos,
O Jacaré cá tem Praça,
Os Conventos somam tantos,
E para quem tem devoção
Não faltará neles santos.

Igrejas com muitos mantos,
Com ouro na arquitetura,
E remontando o passado,
Prova de grande postura,
E com o apoio do IPHAN,
Que funde fé com cultura.

E dentro dessa moldura,
Tem homem da meia noite,
Já o Carlitos de Olinda,
Antes dava muito açoite,
O clube Vassourinha tem,
Uns Cem anos de pernoite.

Continuo nesse afoite,
Tem o clube Elefante,
No ano cinquenta e dois,
Lá criaram esse gigante,
Vassourinhas nessa idade,
Pra quem disso é amante.

Certamente mais brilhante,
Os dados de nossa história,
Data Ano Mil quinhentos,
Mais trinta e cinco na memória,
O português Duarte Coelho,
Gritou ali com muita glória.

E nessa linda oratória,
Das Igrejas uma relação,
Tem Igreja do Amparo,
E Igreja da Conceição,
Igreja da misericórdia,
Listo a Sé e faço menção.

Sem fazer conspiração,
Dos Milagres a Igreja,
Falo de São João Batista,
Os militares na peleja,
A São José do Ribamar,
E de São Pedro reveja.

Sei que há quem corteja,
De São Sebastião eu vi,
De Bom Jesus do Bonfim,
A do Carmo dela eu li,
Nossa Senhora do Monte,
A de são bento é ali.

Da Graça também é aqui,
Guadalupe em pé está,
Convento de são Francisco,
De Santa Tereza é cá,
De Salvador do Mundo,
Tudo isso encontra já.

E saio um pouco de lá,
Deixo o meu registro agora,
Igreja Presbiteriana tem,
Umas dez eu cito agora,
Batistas aqui também muitas,
E Assembleia não está fora.

Aqui falo sem decora,
Para quem toma cachaça,
Vá tomando amis cuidado,
Muitos morrem na desgraça,
Olinda é muito encantadora,
Sem nenhum choro na praça,

Vou mostrar a minha raça,
Quantos Bairros rapidinho,
Perimetral, Casa Caiada,
Búltrins, Jatobá e Salgadinho,
Rio Doce e Umuarama,
Amparo , Carmo, Passarinho.

Cito outros com carinho,
Nunca velho, Bairro Novo
Sitio Novo e Aguazinha,
Jardim Brasil do meu povo,
Ouro Preto, Amaro Branco,
Carmo, Monte tem aprovo.

Nos bairros me locomovo,
Jardim Fragoso, Fosforita,
Sapucaia, Aguas Compridas,
Santa Casa e Santa Rita,
Jardim Atlântico e Maruim,
No Sitio Histórico há visita.

Uma Cidade inaudita,
Tem o Alto da Bondade,
Caixa D’a Agua e RO,
Tabajara diz Cidade
Dois Unidos, Sapucaia,
Santa Tereza herdade.

Eu falo sem temeridade
Também alto da Conquista
No Alto do Sol Nascente,
Tem pobreza nessa lista,
A Vila Popular é perto,
Peixinhos é bem populista.

Poetizante BR

O silêncio

Pra quem busca companheiro,
Terá que escolher a dedo,
Quando se tem pra escolher,
Longe disso fica o medo,
E quando encontra,
Procura contar segredo.

Não pode manter o enredo,
Grande foi a opressão,
O companheiro escolhido,
Sofria de depressão,
O segredo calou sua voz,
Fez do silencio missão.

Preferiu a regressão,
Que viver em sociedade,
Com a roupa do corpo,
Peregrinou pela cidade,
Trilhou a estrada da vida,
Vazia na totalidade.

O silêncio é de verdade,
O percurso não tem fim,
Colocou um anel no dedo,
Pra o silêncio disse sim,
Casamento em que a vida,
Silenciou sem está afim.

Poetizante BR"