Improvisando On Line
Eu sou imedível,
Por não ter nenhum tamanho,
Me acho inexpressível,
Nem Fama ainda ganho,
Vivo na dependência,
Das coisas que me acanho.
Vivo com um gadanho,
Tentando cortar o mato,
A erva vai crescendo,
Cresce o meu anonimato,
Se não crescer minha grama,
A mim dou o ultimato.
Quero ser poeta nato,
Depois sair por ai,
Ter um público saudável,
Como assim é o açaí,
Do Pará para o mundo,
Conseguiu sair dai.
NEM O MEL DA JATAI
NEM O FAVO DA CUPIRA
O NECTAR QUE E LEVADO
PRA O FAVO DA JANDAIRA
SÃO DOCES QUANTOS AS ESTROFES
FEITAS POR SILVANO LYRA
Estou em sua mira,
E sei que sua potência,
Pode matar sua caça,
Não importa a querência,
Pode até domesticar,
Se a caça pedir clemência.
Quero manter a cadência,
Mendigando mais leitores,
Não sei se o meu nome,
Vai chegar entre os doutores,
Por enquanto está chegando,
Somente entre os professores.
Poetizante BR e Sebastião Cirilo
domingo, 9 de setembro de 2012
sábado, 8 de setembro de 2012
BOUTIQUE DE CARNE
Boutique de Carne
Silvano muito boa tarde
Lhe pergunto com decência,
Como foi seu feriado
Na festa da independência?
Comente se está feliz,
Num mundo de prepotência.
Troque logo por potência,
Nunca faça enganação,
Quem curte o feriado,
Com sua alma e coração,
Comemora sem muidos,
Foge da conspiração.
Fiz aqui uma oração,
Pra banir toda sujeira,
Tem sido comum no face,
Namorico até de freira,
Por isso fui vacinado,
Pra não me sujar na eira.
O amor não é porqueira,
Quando os corpos são ardentes,
Carnes sem selo e garantia,
Só come os decadentes,
Por exalar grande inhaca,
Deixa os amantes doentes.
Sei que existem decentes,
Que reprovam no olfato,
De carne não sente o cheiro,
Nem quando está no seu prato,
Sem tato fecha os olhos,
E Joga a carne no mato.
Nem aproveita o fato,
De ser uma oferenda,
Não sente, nem cheira ou pega,
Para que não se arrependa,
Melhor ver como carcaça,
Do que ter como uma prenda.
Quem quiser agora aprenda,
Estando em beco sem saída,
Se tiver no fim do túnel,
Ainda tem uma sobrevida,
Pare de cavar o poço,
Cristo tem água da vida.
Saiba que nessa lida,
Tem que parar de cavar,
Pra sair já do buraco,
Coração tem que lavar,
O perdão e a fé em Cristo,
Agora tú vai provar
Poetizante BR
Silvano muito boa tarde
Lhe pergunto com decência,
Como foi seu feriado
Na festa da independência?
Comente se está feliz,
Num mundo de prepotência.
Troque logo por potência,
Nunca faça enganação,
Quem curte o feriado,
Com sua alma e coração,
Comemora sem muidos,
Foge da conspiração.
Fiz aqui uma oração,
Pra banir toda sujeira,
Tem sido comum no face,
Namorico até de freira,
Por isso fui vacinado,
Pra não me sujar na eira.
O amor não é porqueira,
Quando os corpos são ardentes,
Carnes sem selo e garantia,
Só come os decadentes,
Por exalar grande inhaca,
Deixa os amantes doentes.
Sei que existem decentes,
Que reprovam no olfato,
De carne não sente o cheiro,
Nem quando está no seu prato,
Sem tato fecha os olhos,
E Joga a carne no mato.
Nem aproveita o fato,
De ser uma oferenda,
Não sente, nem cheira ou pega,
Para que não se arrependa,
Melhor ver como carcaça,
Do que ter como uma prenda.
Quem quiser agora aprenda,
Estando em beco sem saída,
Se tiver no fim do túnel,
Ainda tem uma sobrevida,
Pare de cavar o poço,
Cristo tem água da vida.
Saiba que nessa lida,
Tem que parar de cavar,
Pra sair já do buraco,
Coração tem que lavar,
O perdão e a fé em Cristo,
Agora tú vai provar
Poetizante BR
SEM MISTURA NEM ENGANO
SEM MISTURA NEM ENGANO
Quem tem hábito de leitura,
Deve sempre examinar,
Isso deve ser constante,
Para poder iluminar,
Se na fé ele for miope,
Alguém irá o recriminar.
Ele tem que ruminar,
As escrituras de verdade,
A verdade não é meia,
É na sua totalidade,
Não se pode interpretar,
Sem mostrar intimidade.
Pra ganhar intensidade,
A ninguém devo agredir,
Deus é ímpar e soberano,
Pra nos fazer prosseguir,
Sei que algumas pessoas,
Na fé vivem a regredir.
Quem sou eu para medir,
A fé de algum vivente,
Se usar alguma régua,
Não vou ser conveniente,
E deixarei de mostrar,
Que a fé age eternamente.
Tem que ser diariamente,
Humildade e devoção,
Quem se exalta na alma,
Deus dará reprovação,
Grande o desapontamento,
Gerando inquietação.
A mudança de ação,
Faz do falho um cordeiro,
Cristo dará o perdão,
Em um ato verdadeiro,
Perdoando os pecados,
No seu coração primeiro.
Cristo morreu no madeiro,
Num lugar dito maldito,
Assumiu as nossas culpas,
Para me chamar bendito
Sem fazer lamentação,
Na cruz deu o veredito.
Para o mundo tenho dito,
Sirva já por gratidão,
O arrependimento começa,
Quando acaba a solidão,
Declarando que Jesus,
Garantiu me a retidão.
Poetizante BR
http://poetizante.blogspot.com.br/
Quem tem hábito de leitura,
Deve sempre examinar,
Isso deve ser constante,
Para poder iluminar,
Se na fé ele for miope,
Alguém irá o recriminar.
Ele tem que ruminar,
As escrituras de verdade,
A verdade não é meia,
É na sua totalidade,
Não se pode interpretar,
Sem mostrar intimidade.
Pra ganhar intensidade,
A ninguém devo agredir,
Deus é ímpar e soberano,
Pra nos fazer prosseguir,
Sei que algumas pessoas,
Na fé vivem a regredir.
Quem sou eu para medir,
A fé de algum vivente,
Se usar alguma régua,
Não vou ser conveniente,
E deixarei de mostrar,
Que a fé age eternamente.
Tem que ser diariamente,
Humildade e devoção,
Quem se exalta na alma,
Deus dará reprovação,
Grande o desapontamento,
Gerando inquietação.
A mudança de ação,
Faz do falho um cordeiro,
Cristo dará o perdão,
Em um ato verdadeiro,
Perdoando os pecados,
No seu coração primeiro.
Cristo morreu no madeiro,
Num lugar dito maldito,
Assumiu as nossas culpas,
Para me chamar bendito
Sem fazer lamentação,
Na cruz deu o veredito.
Para o mundo tenho dito,
Sirva já por gratidão,
O arrependimento começa,
Quando acaba a solidão,
Declarando que Jesus,
Garantiu me a retidão.
Poetizante BR
http://poetizante.blogspot.com.br/
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
ENXADA DESENCABADA
ENXADA DESENCABADA
Quando está no armazém,
Por muitos ela é olhada,
Ali ela está solteira,
O cabo a torna casada,
Mostrando que é realeza,
Quando se acha encabada.
Quando está desencabada,
Mostra que houve abandono,
Pode ter já estragado,
A Dureza do carbono,
Ter lascado o seu cabo,
Ou ser trocada de dono.
Pode ter perdido o trono,
E até a serventia,
Se quebrou a sua ponta,
invalidou a garantia,
Ao aposentar-se o dono,
Falhou irmão, filho ou tia.
Compensou toda quantia,
E valeu o investimento,
Quando ela fica cega,
Óculos não vai dá alento,
A ferrugem impregnada,
Jogam logo ao relento
Eu agora aqui comento,
Quem a usa mostra raça,
Usada em campinagem,
Tem que ser forte a braça,
Encaliça a mão o dono,
Preguiçoso não quer graça.
Quando o barro ela não traça,
Seu desprezo é notável,
Por está desencabada,
Torna-se inaceitável,
Os anos causa desgaste,
Na sucata ela é contável.
Sempre foi respeitável,
Pra os da zona rural,
E se for mal acunhada,
Desajusta o postural,
Desalinha a coluna,
De quem dela é usual,
Sei que é muito natural,
Incomodar o trabalhador,
As mãos ficam mais grossas,
As vezes causando dor,
Quando o cabo apodrece,
Entra em férias o odor.
Quem dela é operador,
Vai sentir-se aliviado,
Pois o companheiro dela,
Se encontra extraviado,
Estando desencabada,
O dono vive entediado.
A perca desse aliado,
Dá Feiura ao ambiente,
A erva daninha à vista,
Servindo de ingrediente,
Pra animais rastejantes,
Que faz muito medo a gente.
Achei mais conveniente,
tirar uma nova lição,
Se a fé for abandonada,
Sentirás grande aflição,
Como a enxada encabada,
Cristo tira a maldição.
Vou fazer uma adição,
Pra melhorar o sentido,
Não importa o teu drama,
Pra que seja convertido,
Não existe maldição,
Se a fé em Cristo tiver tido.
Poetizante BR
http://poetizante.blogspot.com.br/
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
domingo, 2 de setembro de 2012
ATÉ O CEGO VER
ATÉ O CEGO VER
Pra fazer um cego ver,
Tem que ser grande a façanha,
Tirar as névoas dos olhos,
Sem tentar fazer barganha,
Mostrando que ao seu redor
Há coisa não tão estranha.
Minha arte não tem manha,
Vejo sem fazer atalho,
Fogo de amor sem fumaça,
Planta de obra com galho,
Boca de noite falando,
Tártaro em dente de alho.
Selo em carta de baralho
E cloro em água de coco,
Mãos massageando o ego,
Cérebro em cabeça de toco,
Banco de areia com nome,
Rins com parede e reboco.
Pra sair desse sufoco,
Pé de serra com sapato,
Laço pra corda vocal,
Boca de noite no mato,
Pista de crime com curva,
Garanto existir de fato.
Para não deixar barato,
Vi perna de mesa andando,
Bico de luz dando piu,
Boca da noite falando,
Aro em pneu de gordura,
Deixará cego enxergando.
Vejo, me maravilhando,
Música em disco de embreagem,
Cutícula em unha de fome,
Asa de avião ter penagem,
Cachorro quente latindo,
Provo que não é visagem.
Folhas de mato sem triagem
Para imprimir documentos
Vara de justiça em cerca,
Lá não se faz juramentos,
E peixe espada não corta,
Nem sequer nos pensamentos.
Nós queremos ter momentos
De achar alguma pulseira,
Que caiba em braço de rio,
Ou que se encontre na feira,
Banana de dinamite,
Embalada em garrafeira.
Pra subir nessa ladeira,
Peito de frango é verdade,
Com prótese ou silicone,
Não se encontra na cidade
E os feitos de borracha,
Perderam Notoriedade.
Eu falo grande verdade,
Na cadeia alimentar,
Não tem revolta de presos,
Ninguém vai se acorrentar,
Assunto em chá de sumiço,
Impossível é se encontrar.
Nunca vai se apresentar
Manga de blusa madura,
Não dá pra achar o cacho,
Que contenha mole ou dura,
Corte de pano com sangue,
Somente existe em pintura.
Nem mesmo numa figura,
Não se entra pelo cano,
Pra dá nó em pingo d'água,
Será grande o desengano,
Procurei riso amarelo,
Quem conta isso é cigano.
Para matuto ou urbano,
Deixo aqui minha lição,
Ajudei o cego a ver,
Nessa minha inspiração,
Abra seu entendimento,
Cristo muda sua visão.
Poetizante BR
http://poetizante.blogspot.com.br/
Pra fazer um cego ver,
Tem que ser grande a façanha,
Tirar as névoas dos olhos,
Sem tentar fazer barganha,
Mostrando que ao seu redor
Há coisa não tão estranha.
Minha arte não tem manha,
Vejo sem fazer atalho,
Fogo de amor sem fumaça,
Planta de obra com galho,
Boca de noite falando,
Tártaro em dente de alho.
Selo em carta de baralho
E cloro em água de coco,
Mãos massageando o ego,
Cérebro em cabeça de toco,
Banco de areia com nome,
Rins com parede e reboco.
Pra sair desse sufoco,
Pé de serra com sapato,
Laço pra corda vocal,
Boca de noite no mato,
Pista de crime com curva,
Garanto existir de fato.
Para não deixar barato,
Vi perna de mesa andando,
Bico de luz dando piu,
Boca da noite falando,
Aro em pneu de gordura,
Deixará cego enxergando.
Vejo, me maravilhando,
Música em disco de embreagem,
Cutícula em unha de fome,
Asa de avião ter penagem,
Cachorro quente latindo,
Provo que não é visagem.
Folhas de mato sem triagem
Para imprimir documentos
Vara de justiça em cerca,
Lá não se faz juramentos,
E peixe espada não corta,
Nem sequer nos pensamentos.
Nós queremos ter momentos
De achar alguma pulseira,
Que caiba em braço de rio,
Ou que se encontre na feira,
Banana de dinamite,
Embalada em garrafeira.
Pra subir nessa ladeira,
Peito de frango é verdade,
Com prótese ou silicone,
Não se encontra na cidade
E os feitos de borracha,
Perderam Notoriedade.
Eu falo grande verdade,
Na cadeia alimentar,
Não tem revolta de presos,
Ninguém vai se acorrentar,
Assunto em chá de sumiço,
Impossível é se encontrar.
Nunca vai se apresentar
Manga de blusa madura,
Não dá pra achar o cacho,
Que contenha mole ou dura,
Corte de pano com sangue,
Somente existe em pintura.
Nem mesmo numa figura,
Não se entra pelo cano,
Pra dá nó em pingo d'água,
Será grande o desengano,
Procurei riso amarelo,
Quem conta isso é cigano.
Para matuto ou urbano,
Deixo aqui minha lição,
Ajudei o cego a ver,
Nessa minha inspiração,
Abra seu entendimento,
Cristo muda sua visão.
Poetizante BR
http://poetizante.blogspot.com.br/
sábado, 1 de setembro de 2012
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