Alusão ao Poeta Biu Salvino
Meu poeta Biu salvino,
Faltou pouco pra Silvano,
Se Salvino é sobrenome,
Isso nao me causa dano,
Itabaiana e Olinda,
Se unem durante o ano.
Eu nao entro pelo cano,
Mas sou agua cristalina,
E como agua mineral,
O que jorra é divina,
Tira a sede poética,
Na cidade e na campina.
domingo, 16 de dezembro de 2012
Nação Nordestina - Fica o dito pelo não dito
José Camata disse quanto ao cartaz acima:
"Chame um nordestino, apenas de BRASILEIRO, é o que somos todos nós".
Respondi a José Camata(Meu amigo de Profissão e de Empresa)
José Camata meu amigo,
Sei que você tem razão,
Mas lembre de uma coisa,
Que o sulista dá vazão,
Tratavam-nos diferentes,
De nós tinham outra visão.
O Nordeste deu um puxão,
Hoje em nossa economia,
O que ia está voltando,
Grande é nossa melhoria,
Os veículos nos exaltam,
Como uma bela sinfonia.
Seria grande covardia,
O Nordeste ser nação,
Estaríamos dando o troco,
Feia seria essa ação,
Eu concordo com você,
Tens Bela concepção.
Promovendo a interação,
O Brasil é Nordestino,
O Nordeste é do Brasil,
Disso também me atino,
Fale ai contra o Gaúcho
E mostre que és paladino.
Poetizante BR
Homenagem a Heleno Alexandre
Heleno Alexandre disse em 16 Dezembro 2012:
SAINDO AGORA PARA PARTICIPAR DA VII FESTA "PERSONALIDADES DESTAQUES DO ANO" NA CIDADE DE MARI, ONDE SEREI HOMENAGEADO PELO JORNAL O FAROL COMO DEFENSOR DA CULTURA SAPEENSE. ISSO ELEVA NOSSA RESPONSABILIDADE E NOS FAZ SEGUIR CADA VEZ MAIS FIRME NESSA LUTA. AGRADEÇO A DEUS E TODOS OS QUE CONTRIBUÍRAM PARA QUE EU ALCANÇASSE MAIS ESSE OBJETIVO NA VIDA.
Poetizante BR Responde:
Da Cultura um defensor,
Como um facho de farol,
No brejo da Paraíba,
Tem Sapé seu maior sol,
Justa e bela homenagem,
De versos tens um paiol.
Viram-te como um crisol,
Pega tudo e purifica,
Não importa o metal,
A pureza é a que fica,
Nas poesias que faz,
Rima ora e metrifica.
Esse Heleno especifica,
Os assuntos em destaque,
Dá harmonia e dá força,
Sem precisar de ataque,
Na toada e no assunto,
Sempre preserva o sotaque.
Nem preciso de almanaque,
Para as coisas atuais,
Nem consultarei o Google,
Que Heleno sabe mais,
Dez minutos o escutando,
Mudarei meus ideais.
Inclua-me entre os leais,
Como um simples aprendiz,
Lubrifiquei meu juízo,
Foi o nosso Deus que quis,
Hoje comi desse bolo,
Pra amanhã ser chafariz.
Poetizante BR
SAINDO AGORA PARA PARTICIPAR DA VII FESTA "PERSONALIDADES DESTAQUES DO ANO" NA CIDADE DE MARI, ONDE SEREI HOMENAGEADO PELO JORNAL O FAROL COMO DEFENSOR DA CULTURA SAPEENSE. ISSO ELEVA NOSSA RESPONSABILIDADE E NOS FAZ SEGUIR CADA VEZ MAIS FIRME NESSA LUTA. AGRADEÇO A DEUS E TODOS OS QUE CONTRIBUÍRAM PARA QUE EU ALCANÇASSE MAIS ESSE OBJETIVO NA VIDA.
Poetizante BR Responde:
Da Cultura um defensor,
Como um facho de farol,
No brejo da Paraíba,
Tem Sapé seu maior sol,
Justa e bela homenagem,
De versos tens um paiol.
Viram-te como um crisol,
Pega tudo e purifica,
Não importa o metal,
A pureza é a que fica,
Nas poesias que faz,
Rima ora e metrifica.
Esse Heleno especifica,
Os assuntos em destaque,
Dá harmonia e dá força,
Sem precisar de ataque,
Na toada e no assunto,
Sempre preserva o sotaque.
Nem preciso de almanaque,
Para as coisas atuais,
Nem consultarei o Google,
Que Heleno sabe mais,
Dez minutos o escutando,
Mudarei meus ideais.
Inclua-me entre os leais,
Como um simples aprendiz,
Lubrifiquei meu juízo,
Foi o nosso Deus que quis,
Hoje comi desse bolo,
Pra amanhã ser chafariz.
Poetizante BR
sábado, 15 de dezembro de 2012
Coisas do nosso quarto
Coisas do nosso quarto
Só Para casais
Para um casal ser feliz,
Eu senti necessidade,
De dizer algumas coisas,
Que mantem felicidade,
Algo que eu percebi,
E fazemos sem maldade.
Sem haver espontaneidade,
Também não há transparência,
O casal nisso se isola,
Incentiva a abstinência,
Cada um para o seu lado,
Fortalecendo a indecência.
Nessa hora dou ciência,
De algo interessante,
Pela manhã e a tarde,
A conversa está distante,
Só a noite em nosso quarto,
Resta-nos ser meliante.
Tudo fica angustiante,
Foi embora toda festa,
Assassinamos o amor,
Nem sei mais o que nos resta,
No final é só retalhos,
E a comida Indigesta.
Muda o semblante da testa,
Como se fosse um enfermo,
Sente dor por todo lado,
Na conversa meio termo,
Nem se lembram do altar,
São solitários a ermo.
Aqui vai um novo termo,
Para banir toda a dor,
Faça do quarto um altar,
Pra só exaltar o amor,
Os assuntos ficam fora,
Desse seu jardim de flor.
Quem quer isso é o Senhor,
Pois a família é sagrada,
Se discutirmos a noite,
Nisso ai ninguém se agrada,
Mulher, marido e filhos,
Não ponha na encruzilhada.
Bem estreita é a estrada,
Mas devemos investir,
Jogar fora o sobre peso,
No amor nos revestir,
Antes que uma tragédia,
Leve o outro a desistir.
É importante eu insistir,
Deus me deu essa visão,
Não vare a madrugada,
Pra não haver colisão,
No Face tenha cuidado,
Isso algema, e dá prisão.
Pra garantir a provisão,
No Amor seja um artista,
No quarto pinte o painel
Passe sempre em revista,
Que sobre intimidade,
Sem por outro nessa lista.
Que você nisso invista,
Não sofra nenhum sufoco,
Antes que o sono chegue,
No amor não seja um oco.
Quem deixa o outro na mão,
Pode até levar o troco.
Tem se mostrado um broco
Quem diz que tudo é errado,
Com os de fora fala tudo,
Na mente só faz pecado,
Vive pensando naquilo,
Mas detesta ser tocado.
Se você já é casado,
Faça disso investimento,
Quem da cama fica ausente,
Destrói o seu casamento,
É choro pra todo lado,
E no sexo só lamento.
Depois fica ciumento,
Quando ver no celular,
Uma mensagem oculta,
Para tirar o seu do lar,
Em vez de separação,
Perdoe e vá copular.
Não se deixe adular,
Toque logo essa corneta,
Não queira fechar a porta,
Se o alvo é a maçaneta,
Quem mistura falha e sexo,
No amor fica perneta.
Ponha em sua caderneta,
Com uma tinta permanente,
Na porta diga tem festa,
Que teu leito seja quente,
Agua morna ela só serve,
Quando estiver doente.
Não falo como quem mente,
Tenha mais entusiasmo,
Lindo e santo sei que é,
Pra o casal o orgasmo,
Infelizmente tem muitos,
Que vivem nesse marasmo.
Poetizante BR
Só Para casais
Para um casal ser feliz,
Eu senti necessidade,
De dizer algumas coisas,
Que mantem felicidade,
Algo que eu percebi,
E fazemos sem maldade.
Sem haver espontaneidade,
Também não há transparência,
O casal nisso se isola,
Incentiva a abstinência,
Cada um para o seu lado,
Fortalecendo a indecência.
Nessa hora dou ciência,
De algo interessante,
Pela manhã e a tarde,
A conversa está distante,
Só a noite em nosso quarto,
Resta-nos ser meliante.
Tudo fica angustiante,
Foi embora toda festa,
Assassinamos o amor,
Nem sei mais o que nos resta,
No final é só retalhos,
E a comida Indigesta.
Muda o semblante da testa,
Como se fosse um enfermo,
Sente dor por todo lado,
Na conversa meio termo,
Nem se lembram do altar,
São solitários a ermo.
Aqui vai um novo termo,
Para banir toda a dor,
Faça do quarto um altar,
Pra só exaltar o amor,
Os assuntos ficam fora,
Desse seu jardim de flor.
Quem quer isso é o Senhor,
Pois a família é sagrada,
Se discutirmos a noite,
Nisso ai ninguém se agrada,
Mulher, marido e filhos,
Não ponha na encruzilhada.
Bem estreita é a estrada,
Mas devemos investir,
Jogar fora o sobre peso,
No amor nos revestir,
Antes que uma tragédia,
Leve o outro a desistir.
É importante eu insistir,
Deus me deu essa visão,
Não vare a madrugada,
Pra não haver colisão,
No Face tenha cuidado,
Isso algema, e dá prisão.
Pra garantir a provisão,
No Amor seja um artista,
No quarto pinte o painel
Passe sempre em revista,
Que sobre intimidade,
Sem por outro nessa lista.
Que você nisso invista,
Não sofra nenhum sufoco,
Antes que o sono chegue,
No amor não seja um oco.
Quem deixa o outro na mão,
Pode até levar o troco.
Tem se mostrado um broco
Quem diz que tudo é errado,
Com os de fora fala tudo,
Na mente só faz pecado,
Vive pensando naquilo,
Mas detesta ser tocado.
Se você já é casado,
Faça disso investimento,
Quem da cama fica ausente,
Destrói o seu casamento,
É choro pra todo lado,
E no sexo só lamento.
Depois fica ciumento,
Quando ver no celular,
Uma mensagem oculta,
Para tirar o seu do lar,
Em vez de separação,
Perdoe e vá copular.
Não se deixe adular,
Toque logo essa corneta,
Não queira fechar a porta,
Se o alvo é a maçaneta,
Quem mistura falha e sexo,
No amor fica perneta.
Ponha em sua caderneta,
Com uma tinta permanente,
Na porta diga tem festa,
Que teu leito seja quente,
Agua morna ela só serve,
Quando estiver doente.
Não falo como quem mente,
Tenha mais entusiasmo,
Lindo e santo sei que é,
Pra o casal o orgasmo,
Infelizmente tem muitos,
Que vivem nesse marasmo.
Poetizante BR
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Cem anos De Luiz Gonzaga: estrofe em 12 Dezembro 2012
13 Dezembro 2012
Cem anos do Rei Luiz
Hoje é um dia diferente,
Tem festa pra todo lado,
Bem presente o passado,
Passando nesse presente,
No clamor de nossa mente,
Dava até pra estender,
Ninguém quer isso romper,
Jorra, jorra, chafariz,
Os feitos do Rei Luiz,
Nunca haverão e morrer.
Poetizante BR
Cem anos do Rei Luiz
Hoje é um dia diferente,
Tem festa pra todo lado,
Bem presente o passado,
Passando nesse presente,
No clamor de nossa mente,
Dava até pra estender,
Ninguém quer isso romper,
Jorra, jorra, chafariz,
Os feitos do Rei Luiz,
Nunca haverão e morrer.
Poetizante BR
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Da casa que eu nasci, nasceu versos jorrados da alma
o assunto era a casa que nasci
ai eu disse.
na casa que nasci tinha
porta de vara e pilão
uma forma atrás da porta
com água de cacimbão
e o vento entrando nas brechas
da janela do oitão
poeta biu salvino.
Deus me inspirou e respondi de improviso:
Silvano Lyra Mauricea
Tinha em casa um portão,
Que a minha mãe fechava,
Não deixava a gente livre,
De dentro sempre brechava,
Quem pulasse aquele muro,
Cedo ou tarde apanhava.
Silvano Lyra Mauricea
Às vezes me acanhava,
E enterrava na cabeça
Levava trocha de roupa,
Sem que o rosto apareça,
E não dá pra esconder,
Não quero que isso pereça
Silvano Lyra Mauricea
Que a mente não esqueça,
Sem conforto eu morava
Minha cama de capim,
E apesar disso eu gostava,
Cinco latas de carvão,
Na janela mãe botava.
Silvano Lyra Mauricea
Com tudo isso eu estava,
Muito bem nesse ambiente,
Minha casa muito pobre,
Mas alegrava a gente,
Eu só falei a verdade,
Não sou daquele que mente
Silvano Lyra Mauricea
O que era bem diferente,
Eu posso dizer agora,
Minha mãe servia a Cristo,
E o meu pai estava fora,
Mas ficou lindo legado,
Que eu replico na hora.
Silvano Lyra Mauricea
Se um dia eu for embora,
Com minha cabeça erguida,
Jesus Cristo me acompanha,
Deu-me alma aguerrida,
Não vejo nada melhor,
Pra trocá-lo nessa vida.
Silvano Lyra Mauricea
E sofrida foi minha lida,
Mas hoje vejo mudança,
Tenho casa pra morar,
Sinto-me como criança,
Tenho até alguma sobra,
Fruto da minha pujança.
Silvano Lyra Mauricea
No meu tempo de criança,
Eu Agucei a memória,
E procurei ferro velho,
Vidro quebrado e escória,
Não posso sentir vergonha,
Dessa minha linda História.
Silvano Lyra Mauricea
Eu não quero esbanjar glória,
Por isso vou relatando,
Eu comi ovos quebrados,
Pouco o pai tava ganhando,
Enchi os olhos de lágrimas,
Mas continuo lembrando.
Posso até está ajudando,
Quem não sabe agradecer,
Descrevi meu sofrimento,
Pra hoje eu puder dizer,
Que meu passado foi pobre,
Mas não dá pra me esconder.
A ninguém quis ofender,
Com esse breve relato,
Enalteço aqui meus pais,
Meus irmãos e nesse fato,
Deus me deu sem merecer,
Por isso eu não sou ingrato.
Eu convivi com o barato,
Por isso sei quanto custa,
Tem gente que joga fora,
Levando uma vida injusta,
O pai desse se esmerou,
Nem assim ele se assusta.
Biu eu não sei quanto custa,
O que meu deu de presente,
Eu nem sei como medir,
Não tenho régua na mente,
Os meus versos malabares,
Como ator nesse ambiente.
Poetizante BR
ai eu disse.
na casa que nasci tinha
porta de vara e pilão
uma forma atrás da porta
com água de cacimbão
e o vento entrando nas brechas
da janela do oitão
poeta biu salvino.
Deus me inspirou e respondi de improviso:
Silvano Lyra Mauricea
Tinha em casa um portão,
Que a minha mãe fechava,
Não deixava a gente livre,
De dentro sempre brechava,
Quem pulasse aquele muro,
Cedo ou tarde apanhava.
Silvano Lyra Mauricea
Às vezes me acanhava,
E enterrava na cabeça
Levava trocha de roupa,
Sem que o rosto apareça,
E não dá pra esconder,
Não quero que isso pereça
Silvano Lyra Mauricea
Que a mente não esqueça,
Sem conforto eu morava
Minha cama de capim,
E apesar disso eu gostava,
Cinco latas de carvão,
Na janela mãe botava.
Silvano Lyra Mauricea
Com tudo isso eu estava,
Muito bem nesse ambiente,
Minha casa muito pobre,
Mas alegrava a gente,
Eu só falei a verdade,
Não sou daquele que mente
Silvano Lyra Mauricea
O que era bem diferente,
Eu posso dizer agora,
Minha mãe servia a Cristo,
E o meu pai estava fora,
Mas ficou lindo legado,
Que eu replico na hora.
Silvano Lyra Mauricea
Se um dia eu for embora,
Com minha cabeça erguida,
Jesus Cristo me acompanha,
Deu-me alma aguerrida,
Não vejo nada melhor,
Pra trocá-lo nessa vida.
Silvano Lyra Mauricea
E sofrida foi minha lida,
Mas hoje vejo mudança,
Tenho casa pra morar,
Sinto-me como criança,
Tenho até alguma sobra,
Fruto da minha pujança.
Silvano Lyra Mauricea
No meu tempo de criança,
Eu Agucei a memória,
E procurei ferro velho,
Vidro quebrado e escória,
Não posso sentir vergonha,
Dessa minha linda História.
Silvano Lyra Mauricea
Eu não quero esbanjar glória,
Por isso vou relatando,
Eu comi ovos quebrados,
Pouco o pai tava ganhando,
Enchi os olhos de lágrimas,
Mas continuo lembrando.
Posso até está ajudando,
Quem não sabe agradecer,
Descrevi meu sofrimento,
Pra hoje eu puder dizer,
Que meu passado foi pobre,
Mas não dá pra me esconder.
A ninguém quis ofender,
Com esse breve relato,
Enalteço aqui meus pais,
Meus irmãos e nesse fato,
Deus me deu sem merecer,
Por isso eu não sou ingrato.
Eu convivi com o barato,
Por isso sei quanto custa,
Tem gente que joga fora,
Levando uma vida injusta,
O pai desse se esmerou,
Nem assim ele se assusta.
Biu eu não sei quanto custa,
O que meu deu de presente,
Eu nem sei como medir,
Não tenho régua na mente,
Os meus versos malabares,
Como ator nesse ambiente.
Poetizante BR
sábado, 8 de dezembro de 2012
Olinda de Alma e coração
OLINDA DE ALMA E CORAÇÃO
Eu garanto que Olinda,
Tem história e riqueza,
É Capital da cultura,
Em natura mais beleza,
Do mundo é patrimônio,
E da História realeza.
Eu digo com franqueza,
Meu registro é Recifense,
Meu coração dá a dica,
De alma sou Olindense,
AS duas são importantes,
Não quero fazer suspense.
Numa coisa agora pense,
Bem famoso o carnaval,
Pra uns faz muito bem,
Não quero bem e nem mal,
Em vez de está com momo,
Eu busco o espiritual.
Eu acho muito legal,
Nossa orla é muito linda,
Rico o sitio histórico,
Pulmão é de nossa Olinda,
Duarte Coelho pereira,
O seu grito, ecoa ainda.
Sua beleza é infinda,
Tem mercado da ribeira,
As ladeiras de Olinda,
Boas para a brincadeira,
O farol é monumento,
Que tremula em bandeira.
Gente sentada em cadeira,
Apreciando os turistas,
O centro de convenções,
Feira até pra culturistas,
Madeiras ganhando formas,
Nos entalhes dos artistas.
Falam os comentaristas,
Linda a catedral da sé,
Foi ali daquele alto,
Em grito dado de pé,
Ano mil quinhentos,
Trinta sete ditou fé.
Eu sei que não é ralé
Dá telas com encantos,
As Pinturas pelo mundo,
Gente de todos os cantos,
Confirmando o grito dado,
Comum é descer aos prantos.
E sem causar espantos,
Algo muito inesperado,
Nos fundos do meu quartel,
No mar fui desenganado,
Eu estava me afogando,
Por outros eu fui tirado.
A Deus muito obrigado,
Milagres, aquela praia,
O Bairro é os milagres,
Que outro ali não caia,
E apesar do afogamento,
Pra Olinda não dou vaia.
Eu já fiquei de tocaia,
Numa falha pescaria,
Sem peixes nesse intento,
Eu Subi na escadaria,
E propus em minha mente,
Que eu na orla moraria.
Na mente há calmaria,
Não moro em bairro nobre,
Sou morador de Peixinhos,
Onde comecei bem pobre,
Podia está em palacete,
Mas a fé tudo isso cobre.
Eu digo que se desdobre,
Naquilo que foi proposto,
Morando ainda na periferia,
Não alimente o desgosto,
Faça uma orla em sua mente,
Ame a vida e ponha gosto.
Pra brilhar alma e rosto,
Ladeira dos quatro cantos,
O Jacaré cá tem Praça,
Os Conventos somam tantos,
E para quem tem devoção
Não faltará neles santos.
Igrejas com muitos mantos,
Com ouro na arquitetura,
E remontando o passado,
Prova de grande postura,
E com o apoio do IPHAN,
Que funde fé com cultura.
E dentro dessa moldura,
Tem homem da meia noite,
Já o Carlitos de Olinda,
Antes dava muito açoite,
O clube Vassourinha tem,
Uns Cem anos de pernoite.
Continuo nesse afoite,
Tem o clube Elefante,
No ano cinquenta e dois,
Lá criaram esse gigante,
Vassourinhas nessa idade,
Pra quem disso é amante.
Certamente mais brilhante,
Os dados de nossa história,
Data Ano Mil quinhentos,
E trinta e cinco na memória,
O português Duarte Coelho,
Gritou ali com muita glória.
E nessa linda oratória,
Das Igrejas uma relação,
Tem Igreja do Amparo,
E Igreja da Conceição,
Igreja da misericórdia,
Listo a Sé e faço menção.
Sem fazer conspiração,
Dos Milagres a Igreja,
Falo de São João Batista,
Os militares na peleja,
A São José do Ribamar,
E de São Pedro reveja.
Sei que há quem corteja,
De São Sebastião eu vi,
De Bom Jesus do Bonfim,
A do Carmo dela eu li,
Nossa Senhora do Monte,
A de são bento é ali.
Da Graça também é aqui,
Guadalupe em pé está,
Convento de são Francisco,
De Santa Tereza é cá,
De Salvador do Mundo,
Tudo isso encontra já.
E saio um pouco de lá,
Deixo o meu registro agora,
Igreja Presbiteriana tem,
Umas dez eu cito agora,
Batistas aqui também muitas,
E Assembleia não está fora.
Aqui falo sem decora,
Para quem toma cachaça,
Vá tomando amis cuidado,
Muitos morrem na desgraça,
Olinda é muito encantadora,
Sem nenhum choro na praça,
Vou mostrar a minha raça,
Quantos Bairros rapidinho,
Perimetral, Casa Caiada,
Búltrins, Jatobá e Salgadinho,
Rio Doce e Umuarama,
Amparo , Carmo, Passarinho.
Cito outros com carinho,
Nunca velho, Bairro Novo
Sitio Novo e Aguazinha,
Jardim Brasil do meu povo,
Ouro Preto, Amaro Branco,
Carmo, Monte tem aprovo.
Nos bairros me locomovo,
Jardim Fragoso, Fosforita,
Sapucaia, Aguas Compridas,
Santa Casa e Santa Rita,
Jardim Atlântico e Maruim,
No Sitio Histórico há visita.
Uma Cidade inaudita,
Tem o Alto da Bondade,
Caixa D’a Agua e RO,
Tabajara diz Cidade
Dois Unidos, Sapucaia,
Santa Tereza herdade.
Eu falo sem temeridade
Também alto da Conquista
No Alto do Sol Nascente,
Tem pobreza nessa lista,
A Vila Popular é perto,
Peixinhos é bem populista.
Poetizante BR
Eu garanto que Olinda,
Tem história e riqueza,
É Capital da cultura,
Em natura mais beleza,
Do mundo é patrimônio,
E da História realeza.
Eu digo com franqueza,
Meu registro é Recifense,
Meu coração dá a dica,
De alma sou Olindense,
AS duas são importantes,
Não quero fazer suspense.
Numa coisa agora pense,
Bem famoso o carnaval,
Pra uns faz muito bem,
Não quero bem e nem mal,
Em vez de está com momo,
Eu busco o espiritual.
Eu acho muito legal,
Nossa orla é muito linda,
Rico o sitio histórico,
Pulmão é de nossa Olinda,
Duarte Coelho pereira,
O seu grito, ecoa ainda.
Sua beleza é infinda,
Tem mercado da ribeira,
As ladeiras de Olinda,
Boas para a brincadeira,
O farol é monumento,
Que tremula em bandeira.
Gente sentada em cadeira,
Apreciando os turistas,
O centro de convenções,
Feira até pra culturistas,
Madeiras ganhando formas,
Nos entalhes dos artistas.
Falam os comentaristas,
Linda a catedral da sé,
Foi ali daquele alto,
Em grito dado de pé,
Ano mil quinhentos,
Trinta sete ditou fé.
Eu sei que não é ralé
Dá telas com encantos,
As Pinturas pelo mundo,
Gente de todos os cantos,
Confirmando o grito dado,
Comum é descer aos prantos.
E sem causar espantos,
Algo muito inesperado,
Nos fundos do meu quartel,
No mar fui desenganado,
Eu estava me afogando,
Por outros eu fui tirado.
A Deus muito obrigado,
Milagres, aquela praia,
O Bairro é os milagres,
Que outro ali não caia,
E apesar do afogamento,
Pra Olinda não dou vaia.
Eu já fiquei de tocaia,
Numa falha pescaria,
Sem peixes nesse intento,
Eu Subi na escadaria,
E propus em minha mente,
Que eu na orla moraria.
Na mente há calmaria,
Não moro em bairro nobre,
Sou morador de Peixinhos,
Onde comecei bem pobre,
Podia está em palacete,
Mas a fé tudo isso cobre.
Eu digo que se desdobre,
Naquilo que foi proposto,
Morando ainda na periferia,
Não alimente o desgosto,
Faça uma orla em sua mente,
Ame a vida e ponha gosto.
Pra brilhar alma e rosto,
Ladeira dos quatro cantos,
O Jacaré cá tem Praça,
Os Conventos somam tantos,
E para quem tem devoção
Não faltará neles santos.
Igrejas com muitos mantos,
Com ouro na arquitetura,
E remontando o passado,
Prova de grande postura,
E com o apoio do IPHAN,
Que funde fé com cultura.
E dentro dessa moldura,
Tem homem da meia noite,
Já o Carlitos de Olinda,
Antes dava muito açoite,
O clube Vassourinha tem,
Uns Cem anos de pernoite.
Continuo nesse afoite,
Tem o clube Elefante,
No ano cinquenta e dois,
Lá criaram esse gigante,
Vassourinhas nessa idade,
Pra quem disso é amante.
Certamente mais brilhante,
Os dados de nossa história,
Data Ano Mil quinhentos,
E trinta e cinco na memória,
O português Duarte Coelho,
Gritou ali com muita glória.
E nessa linda oratória,
Das Igrejas uma relação,
Tem Igreja do Amparo,
E Igreja da Conceição,
Igreja da misericórdia,
Listo a Sé e faço menção.
Sem fazer conspiração,
Dos Milagres a Igreja,
Falo de São João Batista,
Os militares na peleja,
A São José do Ribamar,
E de São Pedro reveja.
Sei que há quem corteja,
De São Sebastião eu vi,
De Bom Jesus do Bonfim,
A do Carmo dela eu li,
Nossa Senhora do Monte,
A de são bento é ali.
Da Graça também é aqui,
Guadalupe em pé está,
Convento de são Francisco,
De Santa Tereza é cá,
De Salvador do Mundo,
Tudo isso encontra já.
E saio um pouco de lá,
Deixo o meu registro agora,
Igreja Presbiteriana tem,
Umas dez eu cito agora,
Batistas aqui também muitas,
E Assembleia não está fora.
Aqui falo sem decora,
Para quem toma cachaça,
Vá tomando amis cuidado,
Muitos morrem na desgraça,
Olinda é muito encantadora,
Sem nenhum choro na praça,
Vou mostrar a minha raça,
Quantos Bairros rapidinho,
Perimetral, Casa Caiada,
Búltrins, Jatobá e Salgadinho,
Rio Doce e Umuarama,
Amparo , Carmo, Passarinho.
Cito outros com carinho,
Nunca velho, Bairro Novo
Sitio Novo e Aguazinha,
Jardim Brasil do meu povo,
Ouro Preto, Amaro Branco,
Carmo, Monte tem aprovo.
Nos bairros me locomovo,
Jardim Fragoso, Fosforita,
Sapucaia, Aguas Compridas,
Santa Casa e Santa Rita,
Jardim Atlântico e Maruim,
No Sitio Histórico há visita.
Uma Cidade inaudita,
Tem o Alto da Bondade,
Caixa D’a Agua e RO,
Tabajara diz Cidade
Dois Unidos, Sapucaia,
Santa Tereza herdade.
Eu falo sem temeridade
Também alto da Conquista
No Alto do Sol Nascente,
Tem pobreza nessa lista,
A Vila Popular é perto,
Peixinhos é bem populista.
Poetizante BR
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